No Brasil, o greening foi identificado em 2004 nas regiões centro e leste do estado de São Paulo. Atualmente, essa doença pode ser encontrada em todas as regiões citrícolas paulistas e pomares nas regiões sul, sudeste e centro-oeste.
Conhecida como uma das doenças mais perigosas nas plantações de cítricos, o greening é capaz de afetar a produção, danificando a qualidade das frutas e reduzindo a longevidade dos pomares.
Neste artigo, apresentamos um guia completo para entender mais sobre o greening, quais são seus sintomas e como realizar o controle da doença dos citros de forma eficaz.
Entenda a seguir!
O que é o greening?
O greening, termo em ingês que significa “esverdear”, é uma das doenças mais perigosas nas plantações de cítricos por todo o mundo. Também conhecida como Huanglongbing ou HLB, que significa em chinês “doença do ramo amarelo”, ela é caracterizada por sintomas como ramos amarelados, frutos assimétricos e sementes abortadas.
Em geral, as árvores acometidas pelo greening nem chegam a dar frutos. Além disso, as plantas adultas permanecem improdutivas por até 5 anos após a contaminação.
O diagnóstico e a detecção do greening combinam a inspeção visual rigorosa no campo e testes de laboratório de biologia molecular. Logo, a identificação precoce é fundamental para erradicar as árvores doentes e impedir que sirvam de reservatório para o agente causador da doença.
Contudo, como ainda não há cura para o HLB, a melhor forma de lidar com o greening é agir na prevenção.
O que causa o greening?
No Brasil, a doença é majoritariamente causada pela bactéria Candidatus Liberibacter asiaticus (CLas), que está presente em mais de 99% das plantas doentes. As informações são do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), associação privada mantida por citricultores e indústrias de suco do estado de São Paulo, reconhecida como referência mundial no desenvolvimento científico voltado à citricultura.
Além da CLas, a Candidatus Liberibacter americanus (CLam) é outra bactéria que causa o greening. O patógeno costumava ser mais comum nos primeiros anos após a descoberta da doença no Brasil, mas hoje está presente em menos de 1% das plantas infectadas, devido à menor taxa de transmissão e maior sensibilidade a altas temperaturas.
Como o greening surgiu no Brasil?
O greening surgiu na Ásia há mais de 100 anos. No Brasil, a doença foi identificada pela primeira vez em 2004, na região de Araraquara, em São Paulo. Na época, alguns citricultores de diferentes municípios do estado relataram ao Fundecitrus que as plantas de seus pomares estavam apresentando sintomas desconhecidos.
Nos anos seguintes, além de São Paulo, o greening foi identificado em Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e, recentemente, em Goiás e Rio Grande do Sul.
A partir disso, foi criado um grupo de pesquisa para identificar o agente causal dos sintomas. Então, os pesquisadores chegaram à conclusão de que os sintomas estavam relacionados com o greening.
Quais são os sintomas do greening?
Em geral, os sintomas do greening podem ser notados durante todo o ano, porém com maior frequência entre o final do verão e o início da primavera.
Folhas

Quando a planta está jovem, um dos primeiros sinais do greening é a presença de um ou mais ramos com folhas amareladas. Já quando estão maduras, as manchas são mosqueadas
Neste caso, o mosqueado pode ser identificado por meio de manchas irregulares no limbo foliar, que alternam gradativamente entre verde e amarelo, sem simetria entre as duas metades da folha.
As folhas afetadas pela doença tendem a cair; em seguida, surgem novas brotações pequenas com folhas na posição vertical, semelhantes a “orelhas de coelho”. Existem casos, em que a nervura da folha fica grossa e mais clara (amarelada), podendo também ficar áspera (corticosa).
Frutos

Os frutos de ramos com sintomas do greening geralmente não amadurecem, adquirem uma coloração verde clara manchada e caem precocemente.
Além disso, ficam deformados, pequenos e assimétricos em relação à columela central. Na região de inserção do pedúnculo, também é possível observar uma coloração alaranjada.
Ademais, ao cortar o fruto, é possível encontrar internamente filetes alaranjados na columela a partir da região do pedúnculo, sementes abortadas (necrosadas) e o albedo (parte branca da casca) com espessura maior que a de um fruto sadio.
Nesse caso, o suco das frutas doentes têm sabor mais ácido, menos doce e mais amargo.
Em plantas novas, a doença compromete toda a árvore por um período que se estende de um a dois anos. Já as plantas mais velhas podem levar de três a cinco anos para serem tomadas pelos sintomas.
Como ocorre a transmissão do greening?

A transmissão do greening acontece por meio do inseto sugador psilídeo Diaphorina citri, conhecido como cigarrinha, que atua como vetor da doença.
Assim, o inseto pode vir com a bactéria de outra planta afetada pela doença e contaminar plantações de cítricos.
Além dessa forma de contaminação, a transmissão também pode ocorrer por meio do enxerto de mudas infectadas.
Entenda a seguir:
Transmissão pelo inseto vetor (psilídeo)
O principal responsável pela disseminação da doença nos pomares é o psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri), um pequeno inseto que mede cerca de 2 a 3 milímetros.
Funciona assim: o psilídeo, tanto na fase de ninfa quanto na fase adulta, se alimenta da seiva do floema de uma planta doente e absorve a bactéria. O estágio de ninfa é especialmente eficiente nessa aquisição.
Essa bactéria se multiplica dentro do organismo do inseto e migra para as glândulas salivares. Assim, uma vez infectado, o psilídeo carrega a bactéria por toda a sua vida útil.
Então, ao voar para uma árvore sadia para se alimentar, o inseto injeta a saliva contaminada no floema da planta, transmitindo a bactéria causadora do greening.
Transmissão por material vegetativo (enxertia)
A segunda forma de introdução da doença em novas áreas ou pomares é a ação humana por meio do uso de material infectado.
Isso significa que ao utilizar partes de uma planta contaminada para a produção de novas mudas ou para a realização de enxertia, ocorre a propagação da bactéria para o novo tecido.
Na prática, a bactéria se distribui de forma sistêmica pelos vasos condutores da planta, fazendo com que qualquer parte vegetativa retirada de uma árvore doente seja um foco potencial de infecção.
Como o greening afeta as citriculturas no Brasil e no mundo?
O impacto econômico do greening na citricultura transformou-se em uma crise estrutural global, redesenhando o mapa da produção de suco e de frutas frescas. Em 2026, a doença é o principal fator de quebra de safra, aumento de custos e volatilidade de preços no mercado internacional.
O levantamento oficial mais recente do Fundecitrus aponta que o greening atinge 47,6% das laranjeiras no cinturão citrícola (São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro).
Na prática, junto com o clima irregular, o greening reduziu a quantidade de frutos por árvore. Isso resultou em uma produtividade média estimada de 697 caixas por hectare, uma retração de 13,8% em relação à safra anterior.
Diante disso, a projeção inicial para a safra 2026/2027 aponta uma queda drástica na produção do cinturão citrícola: estimados 255,2 milhões de caixas (40,8 kg), o que representa uma redução de 12,9% em relação à safra anterior, que totalizou 292,94 milhões de caixas, e um recuo de 14,7% frente à média da última década.
O impacto no cenário internacional
O avanço do greening desestruturou mercados tradicionais:
- Flórida (Estados Unidos): é o caso mais dramático do mundo. A doença reduziu a produção de laranjas drasticamente nas últimas duas décadas. Regiões inteiras de processamento de suco fecharam e os custos de manejo tornaram a atividade inviável para muitos produtores;
- China: país de origem da doença, sofre com perdas bilionárias em suas principais províncias produtoras de citros. O manejo exige erradicação em massa e forte controle químico do vetor;
- México e América Central: afeta diretamente a produção de limas e laranjas, elevando os custos de produção e reduzindo a oferta para exportação aos mercados norte-americano e europeu.
Por que é importante fazer o controle do greening?
O greening causa danos severos às lavouras de cítricos. A doença pode gerar queda na produção da lavoura, na qualidade da fruta e, consequentemente, também levar à perda da longevidade dos pomares e à redução da área de cultivo.
Desse modo, como os prejuízos são altos, é fundamental buscar meios efetivos de prevenir o greening e garantir o desenvolvimento saudável das plantações.
Esse é um ponto ainda mais importante quando consideramos que o Brasil é um produtor tradicional de frutas cítricas, além de ser líder na produção mundial de suco de laranja, conforme dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês).
Sendo assim, o controle do greening não é apenas relevante quando se trata de produtividade, mas também é um fator decisivo para a sobrevivência econômica de toda a cadeia citrícola do país.
Quais são os pilares para o controle do greening?
A importância do controle do greening se baseia em quatro pilares fundamentais:
Preservação da produtividade e vida útil do pomar
Quando a planta é infectada e não há controle do vetor (o psilídeo), a bactéria se espalha rapidamente por todos os vasos condutores. O resultado é:
- Queda prematura do fruto reduz de forma significativa o volume colhido;
- Qualidade do fruto despenca, resultando em laranjas menores, deformadas, ácidas e amargas, que perdem o valor comercial;
- Em pouco tempo, a árvore definha e morre, obrigando o produtor a erradicar o pomar muito antes de amortizar os investimentos de implantação.
Viabilidade econômica e redução de custos
Tratar o problema logo no início, eliminando fontes de inóculo e monitorando o inseto, impede que a taxa de infestação atinja níveis críticos (acima de 10%).
Uma vez que o pomar ou a região atinge altos índices de infecção, o custo com defensivos e manejo do vetor se eleva tanto que o lucro da atividade é severamente corroído.
Sustentabilidade
O greening é uma doença comunitária. O psilídeo tem alta capacidade de voo e viaja facilmente entre propriedades.
Se um citricultor negligencia o manejo de citros, o seu pomar se torna uma fábrica de insetos infectados que vão invadir e contaminar as propriedades vizinhas.
Sendo assim, o controle rigoroso protege não apenas o próprio patrimônio, mas mantém a região inteira atrativa para investimentos e plantas de processamento de suco.
Segurança jurídica e conformidade com a lei
A legislação brasileira — como a Portaria do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nº 1.326/2025 e as resoluções estaduais — exige o monitoramento do vetor e a eliminação de plantas doentes sob pena de sanções, multas e até a interdição da propriedade.
Dessa forma, manter o controle em dia garante que o produtor esteja operando em conformidade com as exigências da defesa sanitária vegetal, permitindo a emissão de documentos necessários para o livre trânsito e comercialização dos frutos.
O Fundecitrus e instituições parceiras realizaram pesquisas sobre greening para identificar as melhores práticas de controle da doença nos pomares.
Confira a seguir seis dicas de como manter as lavouras saudáveis, produtivas e livres da doença:
1. Escolha um local apropriado para o plantio
A escolha de um solo com baixa ocorrência de greening e de regiões que não apresentam histórico da doença é fundamental para evitar seu surgimento nas plantações.
2. Plante mudas sadias e de qualidade
O investimento em mudas sadias ajuda a promover uma produção precoce das árvores e frutos de qualidade. Em geral, elas possuem três características: sanidade, genética (variedade e porta-enxerto) e vigor.
3. Diminua o período de exposição a psilídeos
Como os primeiros cinco anos após o plantio dos citros são a fase na qual as plantas ficam mais suscetíveis ao greening, é necessário aplicar medidas como adubação, irrigação e tratos culturais. Dessa forma, é possível acelerar o crescimento das árvores.
4. Fique atento com a faixa de borda
A faixa de borda das plantações deve ser pulverizada com inseticidas, com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da incidência do inseto.
5. Inspecione e erradique as plantas infectadas
As inspeções regulares em todo o pomar devem ser realizadas com atenção dobrada no período entre fevereiro e julho, já que nessa época os sintomas estão mais visíveis.
Assim, ao encontrar as plantas infectadas, é necessário eliminá-las imediatamente a fim de evitar focos de transmissão da doença.
6. Monitore e controle a presença do psilídeo
Além de identificar os sintomas da doença nas plantações, também é fundamental monitorar a presença de psilídeos na região. Dessa forma, o produtor poderá definir a frequência das pulverizações no pomar e eliminar os focos de contaminação.
7. Plataforma Avalia Greening
A plataforma Avalia Greening disponibiliza gratuitamente os resultados de eficácia de produtos comerciais e tratamentos lançados para minimizar os danos e sintomas provocados pela doença em pomares comerciais.
A ferramenta reúne um banco de dados com 12 experimentos realizados pelo Fundecitrus, desde 2012, com produtos nutricionais e reguladores de crescimento amplamente comercializados para a citricultura.
O Avalia Greening permite que o produtor consulte os resultados, a duração, a variedade e a região do cinturão citrícola onde os testes foram realizados.
Na prática, é possível filtrar as informações, segmentando por quantidade de experimentos com um determinado composto ou produto. A partir disso, verifique se ocorreu em pomares irrigados ou em sequeiro e quais os efeitos esperados no pomar.
Quais são as melhores práticas para a prevenção do greening no dia a dia?
Como o greening não tem cura, a prevenção diária foca em três pilares principais: eliminar a fonte da bactéria, barrar a entrada do inseto vetor (o psilídeo) e manter o monitoramento rigoroso.
Entre as principais práticas, estão:
- Inspeções frequentes: treinar equipes para realizar vistorias visuais semanais em todos os talhões. O foco deve ser a identificação de ramos com folhas amareladas ou mosqueadas e frutos deformados;
- Armadilhas amarelas: instalar armadilhas adesivas amarelas nas bordas dos talhões para monitorar a presença e a movimentação do inseto vetor. Elas ajudam a identificar o momento exato de entrar com o controle biológico ou químico que, vale lembrar, deve ser feito apenas depois do diagnóstico de um profissional legalmente habilitado e por meio da receita agronômica;
- Aplicação rotacionada de inseticidas: realizar pulverizações preventivas e curativas contra o psilídeo, alternando os princípios ativos dos agrotóxicos para evitar que o inseto desenvolva resistência aos produtos;
- Barreiras vegetais: plantar cercas vivas ou barreiras vegetais altas (como capim-cameroon ou outras espécies não hospedeiras de citros) ao redor da propriedade. Isso diminui a velocidade do vento e barra a entrada do psilídeo vindo de fora.
Quais são as iniciativas de controle do greening no Brasil?
Existem algumas iniciativas de combate ao greening. Confira quais elas:
Campanhas de conscientização
O Fundecitrus lançou a campanha Unidos contra o greening para conscientizar o setor citrícola e a sociedade sobre a doença.
Manual de manejo
O Fundecitrus disponibiliza um manual com informações detalhadas sobre o controle da doença, incluindo dicas de como escolher o local de plantio, produzir mudas sadias, monitorar o psilídeo, entre outras orientações.
Linhas de crédito
O governo de São Paulo lançou, em 2024, uma linha de crédito para ajudar produtores de citros a combater o greening. O objetivo é apoiar os produtores de citros na adoção de medidas preventivas e de controle da doença, que é considerada a mais devastadora da citricultura.
Os recursos são do Fundo Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP) e as condições são:
- Cada produtor pode financiar até R$ 300 mil;
- Prazo de 96 meses para pagar;
- Carência de 36 meses;
- Juros a partir de 3% ao ano.
Nanoinseticida
A Embrapa Meio Ambiente e o Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (IQ-Unicamp) desenvolveram um nanoinseticida que permite um controle mais eficaz e sustentável do psilídeo.
O novo produto foi desenvolvido a partir do encapsulamento de nanomicelas poliméricas (estruturas menores do que um bilionésimo de metro) em uma molécula de tiametoxam, um ingrediente ativo bastante utilizado no controle do psilídeo.
Os benefícios do nanoinseticida incluem:
- Redução do número de aplicações necessárias;
- Diminuição da resistência das pragas;
- Minimização do impacto ambiental;
- Redução dos custos;
- Baixa toxicidade a organismos aquáticos.
Programa Estadual de Prevenção e Controle Complementar ao HLB
A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) publicou a Instrução Normativa nº 1/2026, criando o Programa Estadual de Prevenção e Controle Complementar ao HLB (PECHLB).
Os pontos centrais da medida são:
- Objetivo principal: estabelecer ações fitossanitárias de monitoramento, controle, erradicação e prevenção contra o greening para proteger a produção de citros em Goiás;
- Importância econômica: a regulamentação busca preservar a sanidade vegetal, fortalecer o setor e garantir a manutenção de empregos e renda gerados pela citricultura no estado;
- Foco de atuação: o programa consolida um conjunto de regras para intensificar a vigilância contra a doença, considerada a mais destrutiva do mundo para os citros.
Regulamentação
O combate ao greening ganhou um novo marco regulatório fundamentado em duas grandes normativas integradas: a diretriz nacional do Mapa e a regulamentação estadual de São Paulo, o coração da citricultura brasileira.
A nível nacional, a base é a Portaria SDA/MAPA nº 1.326/2025, que instituiu o Programa Nacional de Prevenção e Controle do HLB (PNCHLB). Alinhada a ela, a Resolução da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) nº 32/2026 atualizou os critérios e procedimentos específicos para o estado de São Paulo.
A principal estratégia dessa nova legislação é a regionalização do combate, adaptando o rigor das regras ao nível de infecção de cada localidade para equilibrar a defesa sanitária e a sustentabilidade econômica dos produtores.
As principais diretrizes estabelecidas incluem:
- Classificação por incidência: os municípios paulistas foram divididos em áreas de baixa (até 10% de pomares contaminados) e alta incidência do greening (acima de 10%). O objetivo é intensificar o controle, erradicação e vigilância onde a citricultura possui alto impacto econômico.
- Flexibilização e normas: a resolução trouxe alterações específicas para a erradicação de plantas doentes, monitoramento do inseto vetor e flexibilizações no trânsito interestadual de citros.
- Obrigações dos produtores: exige o cadastro obrigatório de propriedades, vistorias periódicas para eliminação de plantas sintomáticas, controle contínuo do psilídeo e envio regular de relatórios semestrais à Defesa Agropecuária;
- Diretrizes de Manejo: o controle integrado exige o plantio de mudas sadias, eliminação das plantas contaminadas para reduzir focos e aplicação rigorosa de inseticidas.
Conclusão
Neste artigo, explicamos o o greening é uma doença capaz de afetar a produção de cítricos, prejudicando a qualidade das frutas e a longevidade dos pomares.
Por não ter cura, a melhor forma de combatê-la é prevenindo sua ocorrência por meio de medidas como a escolha de um local adequado para plantio, uso de mudas certificadas e monitoramento frequente da região das plantações.
Gostou desse conteúdo? Então, aproveite e leia nosso artigo sobre bactericidas.

Formada em Jornalismo, pós-graduada em Marketing e especialista em Comunicação Digital, atuo como Analista de Conteúdo no AgriQ Receituário Agronômico.


Deixe um comentário